quinta-feira, 6 de outubro de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
AGATHA (diz-se por aí, que cometi um crime em Vendas Novas)
seguem -se alguns excertos de um trabalho para a esad sobre os carimbos AGATHA , que gamei aqui na net:
(…)Os carimbos didáticos foram fabricados pela empresa Portuguesa ‘Criações Agatha’, e foram produzidos como material auxiliar para o ensino escolar numa época em que o Ensino Português apresentava grandes lacunas em termos de recursos de materiais visuais com fim educacional. Durante a década de 1980, este material começou a perder a sua importância e utilidade, devido ao aparecimento de novas tecnologias informáticas(…)
Os carimbos didáticos (…)remetem para uma época em que o Ensino Português era pobre em materiais de apoio à educação. A empresa Criações Agatha surgiu com o objetivo de ajudar os professores na prática docente, criando os carimbos didáticos como um material de auxí- lio. Devido à aplicação manual que os carimbos exigiam e o aparecimento dos meios tecnológicos, em 1980, estes materiais de ensino começaram a tornar-se obsoletos. Para os professores, o computador era visto como uma rápida ferramenta de produção, que vinha substituir vários objetos de uso manual. Nesta altura os carimbos didáticos tornaram-se um sistema de comunicação dispensável no meio escolar. Consequentemente observa-se uma dispersão deste material pelo território nacional, motivando e justificando a sua reunião e catalogação(…)
(…)A empresa Criações Agatha, surgiu nos anos 70, na Rua Brás Cubas, mudando-se em 1974 para a Praça 9 de Abril, ambas na cidade do Porto. A Criações Agatha foi fundada em 1970 com o intuito de produzir carimbos didáticos, uma vez que se verificavam grandes lacunas no ensino Português, bem como a falta de materiais de apoio na sala de aula. A empresa foi pioneira na fabricação de carimbos didáticos em Portugal. Anteriormente apenas chegava a Portugal uma pequena quantidade de carimbos importados, da marca Fernand Nathan, produzidos em França. Os carimbos eram vendidos em Portugal, não sendo exportados para o estrangeiro. A revolução de Abril de 1974, trouxe grandes alterações para o ensino em Portugal, surgindo assim oportunidade da empresa contribuir para essa transformação.
Os carimbos didáticos ocupavam lugar de destaque na produção da empresa, direccionados para o sistema de ensino, passando a ser adoptados de norte a sul do país. A apresentação e venda dos carimbos era realizada exclusivamente por vendedores da empresa, que se deslocavam às escolas, por forma a conseguirem um contacto direto com os professores, promovendo a venda direta dos mesmos.
Os carimbos didáticos ocupavam lugar de destaque na produção da empresa, direccionados para o sistema de ensino, passando a ser adoptados de norte a sul do país. A apresentação e venda dos carimbos era realizada exclusivamente por vendedores da empresa, que se deslocavam às escolas, por forma a conseguirem um contacto direto com os professores, promovendo a venda direta dos mesmos.
A produção dos carimbos era realizada dentro da empresa, sendo utilizadas como matérias primas a madeira, a borracha e a cola. Inicialmente a sua produção era mais artesanal e trabalhosa. Posteriormente foram surgindo as máquinas que vieram facilitar todo o processo de manufaturação. Com as ilustrações de cada carimbo determinadas, eram transferidas para um fotólito. Em seguida este fotólito era transformado em chapa de alto relevo. Através do processo de vulcanização, que consiste no aquecimento e pressão da borracha, a chapa de metal colocava-se em contacto com placas de plastoflan (borracha) transferindo a imagem de baixo relevo para alto relevo. Depois do processo estar finalizado, as imagens gravadas em borracha eram cortadas com o auxílio de um cortante, e coladas em tacos de madeira.
A Criações Agatha produziu carimbos até 2004, data de venda da mesma à empresa estatal Editora Educação Nacional, que adquiriu a totalidade das máquinas intervenientes na produção de carimbos. Apesar do aparecimento do computador e fotocopiadora, as vendas deste material didático pouco diminuíram, uma vez que estas ferramentas tecnológicas não se encontravam ao alcance da maior parte dos professores. Através do contacto direto com o novo proprietário da Agatha, Sr. Leonel Costa, tomou-se conhecimento de que atualmente as máquinas de carimbos encontram-se armazenadas, estando parada a produção de carimbos. Diligenciou-se para visitar o armazém onde se encontra esse espólio, de forma a poder documentar este fato, contudo foi recusada a referida visita(…)
(autora:Joana Seiça)
quinta-feira, 30 de junho de 2016
OCUPAÇÃO#02
Da saga Ocupantes:
O David Campos está a viver connosco em Vendas Novas onde está a desenvolver uma reportagem da Ocupação em BD entre outras zines e rabiscos.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
quarta-feira, 30 de março de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
domingo, 1 de novembro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
terça-feira, 13 de outubro de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Bestiário Ilustrissímo II : Bala
Bestiário Ilustríssimo II / Bala de Rui Eduardo Paes é o nono e novo título da provocante colecção THISCOvery CCCHannel.
Bestiário Ilustríssimo II / Bala é a continuação de Bestiário Ilustríssimo, “(anti-)enciclopédia” de Rui Eduardo Paes sobre as músicas criativas editada em 2012 e reeditada em 2014 com nova capa e novas ilustrações de Joana Pires. Como esse primeiro livro, está dividido em 50 capítulos, cada um dedicado a uma figura ou conjunto de figuras. Desta feita, porém, a 50ª parte autonomiza-se e constitui como que um outro livro. Trata-se, pois, de dois livros num só volume, um novamente ilustrado por Joana Pires, o outro por David de Campos.
O jazz criativo, a música livremente improvisada, o rock alternativo e os experimentalismos sem rótulo possível voltam a ser as áreas cobertas, sempre associando os temas com questões da filosofia, da sociologia e da teoria política, num trabalho de análise e desmontagem das ideias por detrás dos sons ou das implicações destes numa realidade complexa. Os textos reenviam-se entre si gerando temáticas que vão sendo detectadas pelo próprio leitor, mas diferentemente de Bestiário Ilustríssimo há um tema geral nesta nova obra de Paes: o tempo.
A tese é a de que quem escreve sobre música, mas também todos os que a ouvem, está sempre num tempo atrasado em relação à própria música, um “tempo-de-bala”, de suspensão de um tiro no ar, como no filme Matrix. O alinhamento dos capítulos não se organiza segundo tendências musicais ou arrumando os nomes referidos em sucessão alfabética, como numa convencional enciclopédia. Todos os protagonistas e suas músicas surgem intencionalmente misturados, numa simulação do caos informativo em que vivemos nos nossos dias. Propõe-se, assim, que se leia Bestiário Ilustríssimo II / Bala como se se navegasse pela Internet, procurando caminhos, relações, cruzamentos, desvios.
A mente não é uma estante, é um bisturi.
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336p. impressas a duas cores (preto e vermelho), 22x16cm, capa a cores
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volume -4 da colecção THISCOvey CCChannel
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ISBN: 978-989-8363-30-5
com prefácios de Marco Scarassatti (compositor, artista sonoro e professor da Universidade de Minas Gerais, Brasil) e Gil Dionísio (músico)
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edição apoiada pelo IPDJ e Cleanfeed Records
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PVP: 20€ (50% desconto para sócios, jornalistas e lojas) à venda na loja em linha da Chili Com Carne e na Flur, Letra Livre, Artes & Letras, Linha de Sombra e brevemente na Matéria Prima, FNAC, Bertrand,...
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Historial: lançamento 6 de Fevereiro na Casa dos Amigos do Minho com discursos de Gonçalo Falcão (designer, músico, crítico de música) e Gil Dionísio e concerto de uma banda especialmente formada para o efeito: Gil Dionísio & Os Rapazes Futuristas; lançamento 7 de Fevereiro na SMUP (Parede) com palavreado de Pedro Costa (Clean Feed) e José Mendes (jornalista cultural) e concertos de Wind Trio e Presidente Drógado & Banda Suporte;
Bestiário Ilustríssimo II
Ilustrações e design : Joana Pires

Bala
Ilustrações: David de Campos ; Design: Joana Pires
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
FEIA do metal!!
F.E.I.A. (uma feira de edição independente) faz um evento especial dedicado ao HEAVY METAL no Bar Botábaixo (Montijo)
Bancas confirmadas: MMMNNNRRRG, theDEADstore, 40 Ladrões, Chili Com Carne,... a confirmar: Chaosphere, Raging Planet,...
Para além de tocarem os A Jarda (Grindcore da Coina) haverá uma "special Metal unDJ session" garantida por esta vossa querida casa editorial!
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Atenção metaleiros" feiosos", pela 1ª vez a F.E.I.A. (Feira de Edição Independente e de Autor) realiza um evento especialmente dedicado ao metal, no próximo dia 20 de Dezembro, nosso Bar de Metal preferido o BOTA ABAIXO no Montijo.
Desta vez queremos bancas com pulseiras de pico, editoras independentes de metal, roupas e acessórios das trevas, zines brutos e livros do demónio, barulho, rituais satânicos, bigornas e tudo mais que um metaleiro possa precisar ...
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para participarem basta enviar mensagem privada no nosso facebook ou para o nosso mail: feiaxunga@gmail.com
O Tempo da Geração Espontânea_Rafael Dionísio
Este livro Atravessa o arco temporal de fins do século XIX até aos anos oitenta do século XX. No entrelaçar da vida de algumas personagens estalam as contradições do colonialismo, da esquerda, da revolução e da vida depois disso. É um retrato de uma certa geração que nasceu em Angola e que cresceu dentro do regime, na posição de estarem contra ele, e das dificuldades e adaptações que sofreram para se manterem à tona, cada um à sua maneira. É uma obra de um maior fôlego narratológico, sendo, simultaneamente um romance histórico e uma reflexão sobre Portugal. Mas tudo isto a la Dionísio, como é evidente.
356 p. 21x14,5 cm, edição brochada
ISBN: 978-989-8363-26-8
Capa de David Campos
Design de Rudolfo´
já está à venda aqui e na El Pep, Artes & Letras... e brevemente Letra Livre, Pó dos Livros, FNAC, Bertrand, Matéria Prima,...
PVP: 15€ (50% desconto para associados da CCC, lojas e jornalistas) à venda aqui e na El Pep, Artes & Letras, Feira da BD e Poesia, Letra Livre, Bertrand, LAC... e brevemente na Pó dos Livros, FNAC, Matéria Prima,...
Historial: lançamento brasileiro e universal n'A Bolha (Rio de Janeiro) ... lançamento lisboeta na IV Feira Morta por Pedro Madeira, nos Estúdios Adamastor ...
Errata online aqui
Sobre o autor: nasceu em 1971 e é sobretudo escritor. Presente desde a primeira hora na Chili Com Carne publicou seis livros nesta Associação. Começou a publicar pequenos textos no já há que tempos extinto DN Jovem. Durante os anos 90 participou com textos em publicações alternativas como a Ópio, Número, Utopia, Bíblia,... Participou em diversas exposições de artes plásticas e durante um pequeno período escreveu recensões na revista Os meus livros. Auto-editou dois fanzines de poesia, refúgios e alguns slides, numa altura em que se ainda não tinha decidido definitivamente pela narrativa. Continua a publicar textos em publicações como Nicotina ou Flanzine.
Andou a estudar para engenheiro no Técnico e, depois, para arquitecto na Faculdade de Arquitectura de Lisboa tendo desistido a meio dos dois cursos. Também estudou Desenho no Ar.Co e houve uma época em que quis ser artista plástico, tendo pintado bastantes quadros e destruído muitos deles. Entretanto atinou com os estudos e enveredou por Estudos Portugueses, na Nova, onde tirou sucessivamente, licenciatura, mestrado e doutoramento em Crítica Textual estando aos papéis do Ernesto de Sousa.
É monitor de cursos de Escrita Criativa, especialmente vocacionados para a narrativa. Em 2014, com os Stealing Orchestra fez um EP que foi recebido com boas criticas pela imprensa.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
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